«Os remorsos da guerra permaneceram inertes dentro deste (meu) corpo. O que fui capaz de dizer, o que fiz esconde-se agora numa falsa normalidade. Os despojos da guerra ainda rasgam a carne, como as balas dos dias escuros. Resta o silêncio. Meu, dos outros. Ninguém fala do que disse, do que fez. A mim, doem-me ainda as cicatrizes quando troveja.»
2006.